TEMPESTADES DE TEMPERANÇAS

Hoje, dia 14 de julho de 2018, na França, comemora-se a QUEDA DA BASTILHA (1789).

É a data magna da nacionalidade francesa e deveria sê-la também do Mundo que é ou aparenta ser Democrático.

A Bastilha representava o símbolo máximo de prepotência, de repressão, e sua QUEDA, encetada por intermédio de ideias e ideais calcadas na trilogia: Liberdade, Igualdade e Fraternidade, atravessaram fronteiras e se tornaram marcos perpetuados na história da humanidade.

O exemplo (e que exemplo!) ocorrido na França, demonstra que não é impossível extirpar “utopias”.

ENTÃO…
…mesmo acreditando que seja impossível BANIR TODAS AS “UTOPIAS”, em um contexto universal, aproveito a oportunidade para inserir aqui nesse espaço um…

DESEJO EXTRAORDINÁRIO

Para o bem do nosso planeta, e consequentemente da vida de todas as espécies que nele habitam, que aconteçam “TEMPESTADES DE TEMPERANÇAS” por toda a face da terra.

E, que elas sejam contagiantes.

Que propulsionem ímpetos salutares em mentes tomadas por inércias.

E, acima de tudo, que aplaquem os furores produzidos por mentes gananciosas e instintivamente desmensuradas por ânsias de prepotências.

Sejam elas (as mentes) de governados ou governantes.

Publicado por ZÉ LOPES

JOSÉ ANTONIO LOPES - JORNALISTA EDITOR/PROPRIETÁRIO DO JORNAL “O CLARIM”: 10/06/1973 – 20/11/1976. EDITOR/PROPRIETÁRIO DO JORNAL “A FOLHA DE AURIFLAMA: 14/08/1977 – 24/12/1978. EDITOR/PROPRIETÁRIO DO JORNAL “A FOLHA DE AURIFLAMA”: 13/03/1983 – 15/04/1984. DIRETOR RESPONSÁVEL DO JORNAL “A FOLHA DE AURIFLAMA”: A PARTIR DE 16/04/1984.

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