OSTENTAÇÃO?

Ladislado se fez de profeta,
Dizem que foi pedido de Luzia,
E, em linhas sinuosa, indiscreta,
Ouriçou a anti-hipocrisia.

Vendo-se acuado, pediu arrego.
E, esquivando-se por todo lado:
Foi sincero? Foi dissimulado?
Ou, apenas, se borrou de medo?

Proselitismo viaja em alfa,
Pachorra fica dentro da caixa.
Porque em caixa baixa ou ALTA,
Babaquices respingam em faixa!

POR ENQUANTO, APENAS O “LIMBO”

Presidenciáveis estão “antenadíssimos”.
Afora algumas “insinuações rasteiras” veiculadas no horário eleitoral, (os jogos sujos, de baixíssimos níveis, parece que acabaram ficando para os desenfreados fanáticos de ambos os lados), o discurso dos postulantes, em busca dos votos que conduzirão apenas um ao Poder, diríamos que, por enquanto, está situado próximo da normalidade.

É imprescindível ressaltar que os candidatos NÃO OSTENTAM SEREM, nem se habilitaram à condição de ”SALVADORES DA PÁTRIA”.

Durante esse curto espaço de tempo, uma espécie de ”limbo”, acredita-se que ambos procurarão exercer o poder do convencimento, através de suas propostas de governo, almejando o apoio dos eleitores que decidirão quem ascenderá ao cargo de Presidente.

Depois?
Bom… depois é depois, é ”futuro”!

Por enquanto há tão somente uma certeza.
A certeza de que: ”quem viver, ‘verá’”.

Desejo que todos vivam!

OBS.:
Publiquei em 2014, após a promulgação do resultado daquela eleição presidencial, um comentário.

Abaixo, reedito parte dele:

”Pelo sim ou pelo não, fica evidente que:
2015 AINDA NÃO CHEGOU,
MAS 2018 JÁ COMEÇOU!

Poder-se-ia interpretar como ações temerárias, audaciosas, inescrupulosas, acionar a ”máquina projetora” e rebobinar o ”filme”: DE VOLTA PARA O FUTURO, em tempo ”TSUNÂMICO” (de instabilidade geral)?”

E, LÁ VAI ELE…

…Sem trombetas, contemplativo,
calado, ouvidos aguçados,
hoje… lançando olhares infinitos.

É futurista e, também, remissivo.

Pode-se agir/ser assim (ou não)!

Quiçá, abrir mão “daquela ideia”!

Porém, em hipótese alguma,
jamais, abrir mão dos ideais.

EU? SIGO, VARRENDO…

Pediu-se “Faxina”, Faxina Total,
mas, entendamos…
e… convenhamos:
FOI BOA, não ficou tão mal!

Um forte abraço à todos
(cidadãos e cidadãs)
que assimilaram
o enredo do mero desejo.
Utopia daquele
BOM “FAXINEIRO”.