A IMPORTÂNCIA DO BÁSICO

Com a proximidade das eleições é muito importante analisarmos, minuciosamente, os candidatos que serão agraciados com os nossos votos. Pois serão eles que, se eleitos, conduzirão o futuro do nosso estado e do nosso país.

É IMPRESCINDÍVEL SABER
(OU LEMBRAR):

Quem vende o voto (ou barganha) dá poderes à candidatos inescrupulosos e mal preparados para o exercício da vida pública.

E, consequentemente, acaba sendo, além de conivente (co-partícipe de um crime), mais um dos muitos responsáveis pela desmoralização da política.

ENTÃO…
…ATENTEMO-NOS,
POIS:

Sinceridades e falsidades
rondarão, lado a lado
(do ”Oiapoque ao Chuí”),
pelos quadrantes das cidades.

Apertos de mãos,
abraços e afagos,
certamente não faltarão.

A conversa macia,
o largo sorriso,
tenha em mente:
convence e até inebria.

Todo cuidado pode ser pouco
quando a visão fica turva
e deixa os ouvidos moucos.

INOCÊNCIAS ESTARRECEDORAS

Quando se alardeia, À EXAUSTÃO, a auto-honestidade é praticamente improvável que o “alardeador” consiga esquivar-se de questionamentos nada convencionais e que podem acabar desnudando as suas reais condições comportamentais.

É importante frisar que entre a honestidade e a desonestidade, existe a sagacidade da malandragem.

CADEIRAS COBIÇADAS

Foi dada a largada!
Nas raias você encontra uma gama de pretendentes que vai de “bom” a “péssimo”!

E quem vai sentá-los em tão cobiçadas e deslumbrantes cadeiras, é VOCÊ!

Que maravilha!
Você é o(a) maioral!
Você é o(a) “cara”!
O discernimento é todo seu!
O poder está em suas mãos!

ENTÃO,
para que no futuro não venha a se ver (ou ver-se mais) desolado ou decepcionado, atente-se para pequenos, mas importantíssimos detalhes que exigem muita acuidade, não significando que seja regra geral:

1 – o “bom” deverá manter sua conduta inabalável. Nunca ser seduzido por “deslumbramentos” que poderão conduzi-lo aos patamares de ruim ou péssimo.

2 – o “ruim”, que já se apresenta como um provável desastre, poderá vir a surpreender em duas variantes: negativamente (abraçando as tentações que levam ao péssimo) e positivamente (tornando-se bom).

3 – o “péssimo” (que aparenta ser, assumidamente, autêntico por natureza) tem a seu favor probabilidades de ascensões, ou seja, batalhar para alçar à avaliação de ruim e, em um improvável mas possível choque comportamental, até ser aclamado como bom, quiçá, até bom demais!

“ÓTIMO?”
Bem!
Aí seria muita ousadia, tipo querer demais, ou não?

“PIROCOCITÓLINOS”