”ALENTO”

”Clientes” que já passaram pelas acomodações da carceragem da PF, em Curitiba, ocupando espaços de qualidades inferiores àqueles usados pelo ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aventaram que, mesmo usufruindo de instalações ”especiais”, concedidas pela representatividade do cargo ocupado outrora, ele poderá experimentar momentos de solidão.

Então…
…para levantar o astral dele e dos ex-ilustres e agora condenados, peço licença para enviar-lhes a letra do grande sucesso que embalou blocos carnavalescos nos salões da década de 1960.

TRISTEZA

Autores:
Niltinho Tristeza e Haroldo Lobo.

Tristeza,
por favor vá embora.
Minha alma que chora,
está vendo o meu fim. [?]

Tristeza,
por favor vá embora
Minha alma que chora,
está vendo o meu fim. [?]

Fez do meu coração,
a sua moradia.
Já é demais o meu penar [?!]
Quero voltar
àquela vida de alegria.
Quero de novo cantar. [?!]

Ah, os colchetes acima
foram inserções minhas.

ELE E ELA

A travessia, na
escuridão daquele túnel…
…dizem que é macabra,
apavorante!
(não para todos, é claro!)

Ele…
…aproximando, aproximando.

Ela…
…sorridente,
debruçada na janela,
esperando, apenas observando.

Toda vez que ele vai se aproximando daquele local, o coração fica acelerado e a respiração ofegante. Mas tudo se estabiliza ao vê-la, sorridente, debruçada na janela.

Vagueando em pensamentos…
…momentos quase hipnóticos…
…revestidos de pura magia, acabam induzidos a uma sensação de que tudo parou. De que o tempo permanece estático, menos para Ele e para Ela.

Esvaem-se as fantasias e, de volta à realidade, ele continua a sua jornada, levando na mente apenas a magia provocada por aquele entreolhares: o seu, com aqueles trejeitos, e o dela, sorridente, debruçada na janela.

Ele…
…se distancia.

Ela…
…sem verter lágrimas,…

ANIMAIS E HUMANOS: QUEM É QUEM?

Urso é Urso
e Ursa é Ursa.
Enquanto que:
Amigo deveria ser Amigo
e Amiga deveria ser Amiga.

Entretanto, existe a possibilidade de nos depararmos com um(uma) Urso(a) amigo(a) ou um(a) Amigo(a) Urso(a), certo?

Então, diz aí “queridos(as)”: o que é que se faz nessa hora?